Caiu o jornalismo, como uma manga cai de uma árvore e se depara com o impacto da terra. Vê-se amassada, corroída, até comível, porém pronta para também ser jogada fora, no disperdício. Surpreende-me a causa, meticulosa e inconsequente, sutentada na liberdade de expressão. Como se a aclamada liberdade apregoada pelos "cerceados" ministros do Supremo, tendo como rei da corte Gilmar Mendes + seis, fosse tolhida. O oitavo presente no dia em que foi clamada a "liberdade" para o povo brasileiro, o ex-presidente do Supremo, o ministro Marco Aurélio de Mello se negou, em argumentos, a presentificar seu "sim, derruba". No dia 17 de junho, ele votou contra a não obrigatoriedade do diploma de jornalista. Infelizmente, só um.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Aonde o jornalismo vai parar!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
BUENOS AIRES: 10 DIAS
quarta-feira, 4 de março de 2009
... Retincências e Mario Quintana ...
Compartilho uma delas.
Quem nunca se contradiz deve estar mentindo.
Oh, a certeza com que esses espíritos céticos afirmam suas dúvidas! Mas a verdadeira Dúvida não deveria duvidar de si mesma?
Os espíritos verdadeiramente religiosos são os que andam e desandam pelas encruzilhadas da Dúvida. Os que atingem a certeza, param, satisfeitos.
Desconfio que essas frases históricas foram inventadas pelos historiadores, pois como poderiam os grandes nomes ter tido, todos eles, aquele mesmo estilo dramalhão?
E um dia os homens descobriram que esses discos voadores estavam observando apenas a vida dos insetos.
Mas quem sabe se o Diabo não será o Mister Hyde de Deus?
O mal dos que estudam as simpatias e outras supertições populares é não acreditarem nelas: isso os torna tão incompetentes para tratar do assunto como um biologista que não acreditasse em micróbios...
Novidade não é documento.
Se alguém nota que estás escrevendo bem, toma cuidado: é o caso de desconfiares... O crime perfeito não deixa vestígios.
Coragem não é documento: os gangsters também são heróis.
Uma coisa - só por ter acontecido -/ não quer dizer que seja lá essas coisas...
O que os santos têm de mais sagrados são os pés. Por isso os antigos fiés lhos beijavam. Pois os santos estáticos, esses jamais andaram errando pelo mundo, os próprios anjos desconfiavam deles...
*PARA SUSPEITAR
Mario Quintana
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
cof, cof, cof
Woody Allen também. Pode ser um pouco menor do que os grandes clássicos, como afirmam as críticas, mas é sempre Woody Allen. Pode ser aquém do que já foi, mas as frases de efeitos e as tiradas são únicas de Woody Allen. Vick Cristina Barcelona pode ter passado um provicianismo em relação a Barcelona, pedia uma narrativa estética mais engajada, mas, só sei que os meus olhos não piscavam. De subjetividades implícitas, pedindo reflexões, tentando se espelhar em algumas das personagens, desmitificando o espectro de homem a príncipio todo poderoso e satisfazendo as condutas excessivas, impulsivas, sonhadoras e racional das mulheres. Personagens paradoxais, retratos de universos que parecem distindos se não fossem tão mesclados. Histórias não concluídas, sempre em metamorfose, que surpreende, porque nada é para sempre, e o ser humano sempre quer mais, quer se renovar. Vale a pena assistir Vick Cristina Barcelona, como todos os seus clássicos.
sábado, 6 de setembro de 2008
"A hora do sim, é o descuido do não"
Não sei se é por gostar de política que ainda me comovo. Até me empolgo e acredito. Mas só vejo desacreditados. Firmes desacreditados naquilo que chamam de política. Daqueles que preferem abstrair. E eu, como passional que sou, tento não admitir, no meu tom que tenta ser mais que imperativo. Do palanque de palhaços, alguns são menos. Somos obrigados a votar, então, temos que nos obrigar a acreditar que, dali, tem um melhor. Que, dentre tantas as oportunidades desviantes que o poder lhe oferece, este vai pensar menos em interesses pessoais, grupais, seja o que for. Não sei se é por gostar tanto do meu país, ou se sou tão otimista como meu signo me credita, ou se ainda não deixei morrer minhas utopias juvenis, estumuladas por outras épocas. Sei que estamos aqui para pensar no que é maioral, o bem comum, porque só assim desfrutaremos do bem estar social. Um voto que pareça irrisório talvez possa mudar a história, e isso não é drama, visto o que já passou. É mesmo só participando com coerência e ética que se faz cidadão. E isso tem importância. Não só para mim.
PS: Leitura obrigatória, Carta Capital. Aqui, um artigo por Mino Carta.
A gente nem sabe que males se apronta
#
que se possa conjugar
sei que é substantivo
feminino singular
quase um verbo irregular!
Hermínio Bello de Carvalho
